Vereadores de Iraí aprovam moção de Protesto e Repúdio contra projetos de Eduardo Leite

Vereadores de Iraí aprovam moção de Protesto e Repúdio contra projetos de Eduardo Leite

Vereadores de Iraí aprovam moção de Protesto e Repúdio contra projetos de Eduardo Leite

Vereadores de Iraí aprovam moção de Protesto e Repúdio contra projetos de Eduardo Leite

Iraí/RS -O Poder Legislativo aprovou, na sessão ordinária do dia 11, uma moção de Protesto e Repúdio contra os projetos de “Reforma Estrutural” do governador Eduardo Leite, que compreendem alterações no Plano de Carreira do Magistério Público, no Estatuto do servidor e no Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Rio Grande do Sul.

A sessão foi acompanhada por professores e alunos da rede estadual e comunidade em geral. A moção foi votada e aprovada pelos nove parlamentares sendo eles o presidente do Legislativo, Paulo Martins; Jadir Jacinto, Vladimir Giotti, Márcia Borella, Neli Ribeiro, Raul Andrade, Gilson Conzatti, Paulão Rodrgues e Antonio Carlos Zanatto.

Os profissionais da categoria em educação já amargam um intenso processo de empobrecimento. São cinco anos sem qualquer reposição salarial, acumulando perdas inflacionárias superiores a 1/3 do poder aquisitivo desde novembro de 2014. A quarta maior economia do Brasil paga, a quem é responsável por educar seus filhos, o segundo pior salário básico do país. A defasagem em relação ao Piso Nacional do Magistério chega a escandalosos 102%. Além do congelamento, seus salários são quitados com atraso e/ou parcelamento há 47 meses.

Diante deste cenário, e de um grave quadro de adoecimento e elevação do índice de suicídios entre educadores, o governo propõe uma série de medidas que, em última instância, vão aprofundar o arrocho salarial, congelar proventos por anos a fio, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados que ganham menos taxando a Previdência. Se aprovadas as alterações do Plano de Carreira do Magistério, quem pagará o Piso no Rio Grande do Sul será o próprio professor, sendo que as atuais vantagens serão integradas ao básico para mascarar o pagamento do piso e o valor excedente será transformado em “parcela autônoma”. Eventuais reajustes futuros do básico serão descontados da parcela autônoma, condenando grandes segmentos da categoria ao congelamento de seus contracheques até que toda a parcela seja integrada ao básico.

A Moção será entregue na Assembleia Legislativa, como forma de demonstrar aos deputados estaduais que os vereadores e a comunidade iraiense condenam o Pacote do retrocesso do Governador Eduardo Leite.

fonte:www.irai.rs.leg.br/

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