Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de SP; Milton Leite é o 1º vice.

Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de SP; Milton Leite é o 1º vice.

Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de SP; Milton Leite é o 1º vice.

Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de SP; Milton Leite é o 1º vice.

Vereador tucano assume novo mandato em 1º de janeiro. Celso Jatene (PL) foi eleito segundo vice-presidente. Vereadora Soninha (Cidadania) é a única mulher eleita para a Mesa Diretora 2020.

O vereador Eduardo Tuma (PSDB) foi reeleito na manhã deste domingo (15) presidente da Câmara Municipal de São Paulo para mandato de um ano. Os vereador Milton Leite (DEM) também foi reeleito como primeiro vice-presidente. Já o vereador Celso Jatene (PL) foi segundo como segundo vice-presidente.

Tuma foi o único candidato à presidência da casa. Ele recebeu 48 votos dos 49 vereadores presentes na sessão. Fernando Holiday (DEM) foi o único parlamentar que se absteve da votação de todos os cargos.

Em razão de uma briga interna da bancada do Partido dos Trabalhadores, o cargo de primeiro-secretário recebeu duas indicações, ambas da sigla: Alessandro Guedes (PT) e Paulo Reis (PT). Guedes foi eleito primeiro secretário com 34 dos 41 votos. Para os demais cargos, o vereador Souza Santos (Republicanos) foi eleito segundo secretário. A vereadora Soninha Francini (Cidadania) foi eleita para o cargo de primeira suplente; ela é a única mulher da mesa diretora em 2020. O parlamentar Claudinho de Souza (PSDB) será o segundo suplente em 2020.

Fernando Holiday (DEM) também se absteve da votação para os cargos citados.

Eduardo Tuma (PSDB)

O vereador tucano tem 37 anos, foi eleito vereador em 2012 para o seu primeiro mandato, e reeleito em 2016. Foi secretário da Casa Civil da Prefeitura de São Paulo em abril deste ano. Sobrinho do ex-senador Romeu Tuma, o vereador tomou posse como presidente da Câmara no dia 1º de janeiro.

Em março deste ano, Tuma assumiu a Prefeitura de São Paulo no lugar do prefeito Bruno Covas (PSDB) por uma semana, após uma licença do prefeito por motivos pessoais.

Em 2016, Tuma foi citado em uma gravação como beneficiário de um suposto esquema de corrupção na concessão de alvarás de funcionamento a comércios da capital, e informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter tirado do próprio bolso R$ 672 mil para investir em sua campanha de reeleição.

Do total de R$ 1,057 milhão arrecadado em sua candidatura, cerca de 63% foram depositados por ele mesmo. O restante foi recolhido por meio de fundo partidário e doações de outras pessoas físicas, principalmente de advogados e profissionais de Direito, curso em que é formado. Tuma afirmou em nota na época que obedeceu a legislação e que a regra autorizava que os candidatos financiem a própria campanha.

fonte:www.g1.globo.com/sp/

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